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Molho Tártaro

Meu amor gosta de sabores fortes, apimentados, temperos exóticos. Tudo o que ele faz, seja com uma receita na mão ou de sua cabeça, tem muito sabor! Ultimamente somos cobaias, no bom sentido, de várias versões do molho tártaro. Até parentes e vizinhos já foram “vítimas” presenteadas com a iguaria feita em casa.

Pois essa semana saiu a versão mais perfeita feita até hoje e eu compartilho com vocês a receitinha. Claro que uma pitatinha aqui, outra ali e você vai fazer sua própria versão. “Limão maduro, páprica doce, cebola-rôxa, pimenta do reino branca, nóz-moscada ralada na hora (Sim, tem diferença!) e muita disposição para picar, cortar e misturar”, declara o autor sobre sua obra. Ah, é um ótimo acompanhamento para carnes (comemos com hamburguer e ficou uma delícia) e peixes. Então faça e aproveite!

400 g de maionese
200g picles (cenoura, nabo e pepino)
200g pepino em conserva (colocamos mais desse pois no picles tinha pouco)
100g azeitonas verdes
1 cebola roxa
cebolinha e salsa a gosto

Pique bem miudinho o picles, azeitona, pepino, cebola, cebolinha e salsa. Vá misturando aos poucos na maionese. Tempere com 1 limão maduro, páprica doce, pimenta do reino branca, nóz-moscada ralada na hora.  Conserve na geladeira.

Miguel e seu molho tártaro

O chef e seu molho: sucesso

Cheirinho de feijão caseiro

É uma coisa muito brasileira, e, no meu caso, bem paulistana. Sentir aquele aroma da cebola com alho e os temperos fritando e depois do feijão se misturando… ah, é delicioso! Já ouvi muita gente falando: “nossa, não consigo fazer como minha avó”, ou: “o da minha mãe é imbatível, mas não consigo repetir”.

Sei que no Rio de Janeiro o feijão do dia a dia é preto, e na Bahia o temperinho é diferente, mas, na verdade, acredito que cada tempero é único. Cada um tem seu segredinho, seu jeitinho pra deixar saboroso e inesquecível esse prato.

Bem, deixo aqui o meu jeitinho, que é o que mamãe ensinou mas com um toque pessoal.

Feijão caseiro

Deixo mais ou menos uma xícara de feijão, quase sempre o fradinho, de molho na água fria por pelo menos uma hora. Jogo a água fora e coloco na panela de pressão com um pouco de água, só cobrindo os grãos, e afervento. Essa água eu também dispenso. Depois coloco água filtrada suficiente para cozinhar na pressão por 30 minutos depois de começar a ferver.

Quando termina de cozinhar na pressão, abro com cuidado e deixo no fogo baixo. Numa panelinha coloco azeite, cebola ralada, alho bem picadinho, 2 folhas de louro e uma pitada de cominho. Deixo dourar bem e jogo por cima uma concha do feijão cozido e o sal. Devolvo para a panela com o restante do feijão, cozinho mais uns 5 minutos e está pronto.

Bem, esse é o meu jeitinho… e o seu, como é? Conte aqui e enriqueça ainda mais essa receita!

Torta de coco

Tadinho do meu blog,  completamente abandonado!!!! Bem, muita água passou embaixo da ponte nesse tempo, então nem vou tentar me explicar. Vamos direto ao assunto: vou postar hoje uma receita da D. Maria, avó da Rafa, que estuda na sala do meu lindão. Depois que temos filhos, nossa vida social muda completamente. Depois que eles entram na escola, passamos a frequentar mais festinhas infantis que jamais tínhamos imaginado. O legal disso é que encontramos com pessoas que têm interesses e preocupações em comum. E, é claro, pra mim a comida é sempre uma afinidade.

Conhecendo essas outras famílias chegamos naquelas receitinhas deliciosas que fazem parte da história de cada uma delas. E foi num encontro com a família da Rafa que ganhei esse presente: a receita dessa torta maravilhosa que D. Maria só faz em ocasiões especiais. Acreditem, a torta sumiu rapidinho!

Creme

2 xícaras de leite

2 colheres (sopa) maizena

1 1/2 xícara de açucar

1 gema

1 colher de manteiga

essência de baunilha

Misture e leve ao fogo até engrosar.

Massa

16 colheres rasas (sopa) farinha de trigo

6 colheres (sopa) açucar

1 colher (sopa) fermento

125 gramas de manteiga

1 ovo

Misture tudo e coloque a massa numa forma redonda esticando com as mãos.

Despeje dentro o creme, uma boa camada de côco ralado, depois uma lata de leite condensado e mais côco ralado.

Leve ao forno até dourar o côco.

Aguardem novidades no blog em breve: novo design, leite caramelado para os dias frios e rosquinha de pinga.

Minha história com os bolos é assim: quando adolescente, com muito tempo sobrando, eu me esmerava. Fazia bolos deliciosos, com cobertura e recheio, uma beleza. (É certo que, com minha natureza distraída, também queimei vários e cheguei a esquecer de colocar coisas básicas como fermento ou açucar, rs). Depois veio a faculdade e fiquei longe do forno. E agora, muito tempo depois, depois que decidi fazer o blog e meu lado cozinheira da família aflorou, voltei a fazer bolos.

Por uma coincidência bem bacana, todo mês tenho receitas novas pra testar. É que a escola do meu filho manda o cardápio do mês e inclui algumas receitinhas fantásticas, não só de bolos. Todas assinadas por uma nutricionista :-)

E foi no mês de março que veio essa de bolo de iogurte com chocolate. Experimentei fazer e desde então virou minha receita básica de bolo. ele fica fofinho, leve e muuuuito saboroso. E até já inventei outros sabores pra ele, claro! Todas versões ficaram ótimas. Nas minhas invencionices inclui até uma versão com bluebarries que ficou parecendo um mega-muffin. Delícia!

Ingredientes

3 ovos

1 copo de iogurte natural

1 xícara de óleo

2 xícaras de açucar

3 xícaras de farinha de trigo

2 colheres de sopa de chocolate em pó

1 colher de sopa de fermento

raspas de laranja

Bata os ovos, açucar, óleo e iogurte no liquidificador. Peneire a farinha com o chocolate e o fermento numa tigela e acrescente as raspas de laranja e a mistura do liquidificador. Coloque em uma forma untada e leve para assar em forno pré-aquecido.

Versão com banana: não coloque o chocolate em pó. Acrescente uma banana nanica no liquidificador e pique outra para colocar por cima. Para colocar a banana por cima do bolo é melhor assar a massa por cerca de 5 minutos, retirar do forno, colocar a camada de banana picada, polvilhar açucar e canela por cima e retornar ao forno.

Versão com blueberry (ou mirtilo): também sem chocolate em pó. Apesar de não ser uma frutinha típica por aqui, o mirtilo já pode ser encontrado em supermercados em bandeijinhas ou congelado. Se você comprar o congelado deixe descongelar de um dia para outro numa peneira pra escorrer o excesso de água. Misture com uma colher de farinha de trigo e espalhe sobre a massa depois de coloca-la na forma. Nesse dá também pra trocar as raspas de laranja por 2 ou 3 gotinhas de baunilha.

Dessa vez eu tinha pesquisado também receitas de muffin e misturei uma técnica: troquei o óleo por manteiga. Outra dica que segui e ficou legal é misturar os ingredientes por 10 segundos, grosseiramente, não precisa deixar a massa uniforme.

Versão basicão: é só tirar o chocolate em pó e ser feliz :-)

Se você quiser experimentar e criar sua versão não deixe de me contar!

Salada de atum com queijo e picles

Esquenta, esfria, esquenta, esfria. Esse tempo maluco mexe também com nosso apetite e com as nossas escolhas na hora de cozinhar.  Semana passada eu estava pensando em sopas e agora só penso em saladas… Aí lembrei dessa, que minha mãe faz desde sempre, principalmente quando está esse tempinho calorento.  É pra lá de simples e deliciosa.

Ingredientes
1 pé de alface (de preferência lisa)
200 gr de queijo prato
1 lata de atum
picles à gosto
maionese também à gosto

Corte a alface em tiras finas, o queijo em cubos pequenos e o picles em pedaços pequenos. Em separado amasse o atum. Misture tudo e junte a maionese. Tá pronto! :-)

Sopa de coalhada com kibe!

Tudo bem,  parece que o frio já está indo embora mas, mesmo assim, essa receitinha que estava no rascunho faz um tempo vai sair do forno (ou da panela).

Aprendi a receita com a Deb, uma amiga muuuito querida, que é de origem libanesa. Num desses inevitáveis papos sobre comida, quando a gente ainda trabalhava junto, contou que a mãe fazia uma receita que já era tradição na família e ela adorava: uma sopa com coalhada e kibe, chamada kibe labani (é assim que escreve Deb?)

Claro que eu TINHA que experimentar!!! Liguei pra mãe da Deb e ela me contou com todos detalhes como fazia a tal sopa. Só posso dizer que é DE-LI-CI-O-SA!!! Experimente:

Ingredientes

2 copos de coalhada fresca ou iogurte

1 litro de leite desnatado

1 maço de hortelã fresco

1 cebola

1 ou 2 alhos amassados

azeite

10 mini kibes (pode ser aquele congelado ou se você tiver tempo prepare-os com antecedência)

Se você optou pelo kibe congelado afervente-o antes de usar pra tirar o excesso de gordura. Isso é importante pois a gordura do industrializado pode mudar o sabor da sopa. Depois frite-os com um tiquinho só de óleo, só pra tostar do lado de fora. Reserve. Pique a hortelã e a cebola e o alho e frite em azeite. Despeje o leite e a coalhada e deixe esquentar. Depois de cozinhar um pouco acrecente os kibes e… está pronto!!!

Obs.: na receita tradicional vai também arroz, como na canja, mas a mãe da Deb não usa, então não coloquei.

Salada de frutas quente

As perpectivas de um final de semana gelado (foi o que ouvi na previsão do tempo) já nos faz pensar em quais coisas aconchegantes podemos fazer para esquentar as canelas. Eu devo ir à bienal, assistir alguns desenhos com meu pequeno lindão e, claro, fazer umas comidas quentinhas e gostosas.

E quem pensaria em comer salada de frutas em pleno inverno? Dona Salete, minha mãe, é claro! Como boa virginiana que não se satisfaz com a ordem das coisas como estão e está sempre procurando novidades, nos veio um dia com essa idéia, pescada em algum programa de TV.

A saladinha de frutas então arrasou com um sabor do antigo numa versão quentinha, aconchegante e nova. Aproveitem o friozinho no Sudeste para experimentar.

Ingredientes

1 banana

1 manga

2 maçãs

meio mamão

1/4 de um abacaxi pequeno

1 colher de manteiga

50g de mirtilos (ou blueberries, que são a mesma coisa) – podem ser congelados

Em uma frigideira aqueça levemente a manteiga e vá acrescentando as frutas picadas em pequenos cubos nessa ordem: maçã, manga, abacaxi, mamão, banana e por último os mirtilos. Mexa por, no máximo, 2 minutos. As frutas devem amolecer um pouco mas não desmanchar.

Dá pra 4 a 6 pessoas, dependendo do apetite.

Fácil, né? Claro que você pode acrescentar quaisquer outras frutas do seu gosto: kiwi, goiaba,  melancia, etc.

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